Thursday, January 03, 2008

A boiar

Desliza pelo esófago
ressente-se no sangue
enevoa os olhos
ajuda-me a respirar

Há absinto no meu sorriso
distância no teu olhar
agarro-me à caneta, com pena
e assim me deixo ficar

O tempo passa
tu não esmoreces
bebo outro gole
e espero que morras assim

Atiras-me à cara que tenho saudades de sofrer,
mas o amor é uma ciência de improviso;
ninguém nasce ensinado
ninguém parte completo

6 Comments:

Anonymous Anonymous said...

Abraço. Chega?

Beijinho. É suficiente?

Subo a aposta. Adoro-te.

Li

4:33 PM  
Anonymous Anonymous said...

me gusta!

7:04 AM  
Anonymous Anonymous said...

magoado com o amor ou magoado com a dor. não amor... ódio por todos que não sentem . não deverias sofrer. ninguém deveria sofrer

11:36 AM  
Anonymous Anonymous said...

people are strange. people are strangers. broken hearts

10:06 PM  
Anonymous Anonymous said...

aiiiii, adoro mm este poema, ja vim varias vezes para o ler.... adoro adoro adoro

diz td n diz?

10:39 PM  
Anonymous Anonymous said...

vim ver se havia novidades, e como não havia, tinha de ler este outra vez....é tão fixe!

6:30 PM  

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